Estava na net hoje pela manhã, e a alguns dias eu tinha acabado de [rê] ler Anna eo Beijo Francês pela milésima vez, quando me lembrei que a Stephanie Perkins tinha citado Neruda no livro. Eu fui pesquisar o poeta, e acabei me foll in love por este poema: 

          Te Amo.
          Te amo de uma maneira inexplicável
          De uma forma inconfessável
          De um modo contraditório
          Te Amo.
          Te amo com meus estados de ânimo que são muitos
          E mudar de humor continuadamente 
          Pelo que você já sabe
          O tempo
          A vida
          A morte
          Te amo
          Te amo com o mundo que não entendo
          Com as pessoas que não compreendem 
          Com a ambivalência da minha alma
          Com a incoerência dos meus atos
          Com a fatalidade do destino
          Com a conspiração do desejo
          Com a ambiguidade dos fatos
          Ainda quando digo que não te amo, te amo
          Até quando te engano, não engano
          No fundo levo a cabo um plano
          Para amar-te melhor
          Te amo
          Te amo sem refletir, inconscientemente 
          Irresponsavelmente, espontaneamente 
          Involuntariamente, por instinto 
          Por impulso, irracionalmente 
          De fato não tenho argumentos lógicos 
          Nem se quer improvisador
          Para fundamentar este amor que sinto por ti
          Que surgiu misteriosamente do nada
          Que não resolveu magicamente nada
          E que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada
          Melhorou o pior de mim 
          Te amo
          Te amo com um corpo que não pensa
          Com um coração que não raciocina
          Com uma cabeça que não coordena 
          Te amo
          Te amo incompreensivelmente
          Sem perguntar-me porque te amo
          Sem importar-me porque te amo 
          Sem questionar-me porque te amo
          Te amo
          Simplesmente porque te amo
          Eu mesmo não sei porque te amo.

                                        As em negrito são as partes que mais gostei do poema. 
                                                                        XoXo   


          É isso mesmo, hoje recebi um e-mail do blog T.P.M avisando que minha entrevista estava pronta e no ar! Daí eu fui lá, toda felix para ver, e adorei! A maioria das perguntas são sobre o blog, então se ficou curiosa, lá está todas as minhas respostas! 
          Daí eu dei ataque de estrelismo, e procurei meu nome no Google, e encontrei mais alguns blogs que, sem cobrar retribuição de seguidores ou algo do tipo, publicaram meus textos em seus blogs! Tipo o blog Frases Blogs Goliver, que publicou dois textos meus, até onde sei!
     
                                                 To happy! Obrigado por tudo pessoal!
                                                               xoxo )beijo(
                                                                              
                                                                                                           \❤/


          Um País com pessoas que tem esperança. Agora estou vendo que sim, ainda há gente que tem esperança de um País digno para agente. Afinal, o País é nosso ou é dos chefes? Bem, acho que a uma semana atrás, quando as coisas ainda estavam calmas e os caras que tiram férias em lugares exemplares da qual pagamos sem saber, ainda estavam no comando, eu pensava sim em zarpar desse lugar. É, nunca fui fã desse País onde o futebol e o samba vem antes dos problemas que aqui apresenta. E olha que não são poucos. Poucos são as soluções. Mas quando tudo começou a mudar, quando o povo começou a ir as ruas protestar por seus direitos, confesso que me achei idiota por querer sair daqui. Brasil é um País como qualquer outro, pude ver isso agora. Olha, estamos falando de um lugar onde saem pessoas para protestar pelo que é seu. Não é pra ser uma guerra, é pra ser nossos direitos voltando a ser nossos. É para que Eles vejam que nós queremos e iremos lutar por nossos direitos. Olha só, são NOSSOS não são? Não, mas passarão a ser. Transporte melhor, tratamento melhor, Médicos que possa atender a todo, educação boa, porque um professor vale mais que o Neymar... Só justiça, é isso o que o povo tá pedindo. Parar de se preocupar com a imagem que o Brasil tem que passar pra fora sobre o futebol e começar a mudar a imagem que nós temos sobre o Brasil. É, isso é lindo. Pra quem tem que utilizar os recursos do Governo, sabe do que estou falando. São Paulo é uma cidade grande com recursos grandes e com um investimento que deveria está acontecendo. Investimento sabe? Aquilo que o nosso dinheiro paga para melhorar para nós mesmos. Tudo isso se não pagássemos as férias, a gasolina, o carro, as roupas, o salário farto Deles. 
          Há, e eu não poderia me despedir sem dizer o que achei do discurso da Sr Dilma. Especialmente na parte do "Trazer mais médicos do exterior". Olha, que tal investir em faculdades publicas, para que uma vaga de medicina da USP não seja disputada por 50 pessoas. Será que é possível que uma pessoa que vem de uma escola Publica entre em uma universidade publica quando compete com pessoas que estudam em escolas muito mais avançadas? Com sistema muito mais avançado de educação? Que tal voltar a fazer as escolas publicas serem melhores? Que tal fazer gente inteligente nesse País



                                       [Esperança[]]

          Se lembram do meu livro duplo do mês? Pois é, chegou e já li o Primeiro, que é esse vermelhinho ai! Me foll in love pelo livro, tanto que li ele em três dias! E só para avisar, isso é tempo de mais porque quando gosto tenho dó de ler e acaber com a história rápido de mais. (Eu disse que não era normal!) Vamos a resenha!!

          Sam é uma adolescente de 15 anos, filha do meio, ofuscada pela perfeita linda popular e fútil irmã mais velha e pela inteligência da irmã mais nova, que é tão nerd que estuda em uma escola diferenciada, e falando nisso, a mesma que o filho aparentemente nerd do presidente estuda. Sam e sua amiga, Cath são tipo as invisíveis da escola, mas Sam não se importa com isso. Na verdade há duas coisas que ela se importa de verdade: Desenho e a cantora Gwen Stefani! Sim, Sam é uma artista e tanto, e seus desenhos de artistas famosos com pessoas comuns fazem sucesso! Era encomendas e mais encomendas, e para atender a todos, nada mais justo que usar a aula de alemão para isso, já que ela não curtia nada essa aula. O problema foi que em um dia, sua irmã Lucy, a mais velha ofuscante, encontrou seus desenhos no caderno de alemão e foi o bastante para seus pais descobrirem a causa das notas baixas. Como sua mãe é meia maluca, deduziu que duas aulas de artes por semana iria ajuda-la. O problema foi que na primeira aula, Sam foi criticada friamente na frente de um cara fofo que amou suas botas diferentes logo de cara. Claro que ela cabularia a próxima aula. Assim feito, só que como recompensa, Sam salva a vida do SR PRESIDENTE! E mais, ela acaba descobrindo que o fofo e de bom gosto é nada mais nada menos que o filho do presidente, ou o Primeiro Filho, como queiram! 

A escritora

          É uma história muito engraçada e o que mais amei no livro (Que hoje não poderei dizer ser as folhas amarelas assim que um vira vira é tipo uma impressão do livro) foi o modo como a perfeita da Meg Cabot (escritora do livro "O diário da princesa") escreveu o conteúdo do livro. Foi o primeiro livro que li dessa escritora e amei. A linguagem é cheia de "tipo assim" e "dãã" o que faz o livro muito engraçado e gostoso de ler. Além de que tem pelo menos umas 5 listas de 10 itens feito por Sam com assuntos como por exemplo: Porque eu queria ser a Gwen Stefani que são cheios de porquês muito engraçados. Há, e o livro é escrito em primeira pessoa, onde a própria pessoa conta a sua história. (aula de português na postagem é isso Francielly?! Ignorem!) 

                                                                      Por hoje foi isso.
                                                                         logo volto trazendo a outra resenha.
                                                       xoxo (sintam falta

          Vocês sabem que eu amo essa guria da foto dês de sempre né? Pois é, ela é uma das minhas inspirações de superação, atitude e looks! (Amooo você Demiii! #MomentoTieti) Mas hoje a fofo linda se superou! Propôs um dia sem make, naturissíma, colocando uma foto sua sem maquiagem alguma, mostrando sua beleza pura! Amei a atitude dela, como uma forma de dizer que não é só a beleza que importa, não é só parecer impecável e que o mais importante não é só parecer perfeita com muita maquiagem, afinal, a beleza mais bonita é a nossa, a que ganhamos, não a que fazemos. Muitas pessoas agem como se a unica coisa melhor que o oxigênio é ser linda, mas não é! Então o que vocês acham de ficar um dia inteirinho sem maquiagem? Conseguiria? Eu posso afirmar que consigo. Já fiquei! =D

                                                                             Curtiu a Atitude da Garota?
                                                                                    Comenta ae!
                                                                                           xoxo
                                                                                            Até!


          Voz? Quem diz que todo mundo tem voz pra falar? Quero dizer, voz para falar o que pensa, não o que  deve. Nesse mundo idiota, as únicas pessoas que tem voz são as que se acham perfeitas, e por tanto pensam que tem o direito de falar tudo o que pensam, e na maioria, elas pensam merda, por tanto, falam merda! E tem aquelas que querem ser ouvidas, querem que acordar as pessoas para a vida. O ruim é que na maioria das vezes, se você não toma uma decisão drástica para ser ouvida, você é simplesmente despercebida, ignorada, ou chamada de maluca. E sabe porque? Eu falo! Porque na maioria das vezes, as pessoas não querem ouvir o que la no fundo elas sabem ser verdade. A patricinha não quer ouvir que ela só é tão metida porque tem problemas em casa; a valentona não quer admitir que ela coloca tanto medo porque lá no passado, era ela quem era aterrorizada; aquela mais piriguete não quer que ninguém saiba que ela tem um coração, uma paixão, e medo de se machucar. Mas quer saber? Acho que ter voz não é apontar seus defeitos ou qualidades, não é querer chamar atenção de ninguém falando seus maiores segredos ou maiores medos ou defeitos, não. Ter voz é falar o que você pensa em momentos oportunos, é dar sua opinião quando ela é bem vinda, é responder a uma pergunta sem ficar pensando de mais. Não ter medo de falar, não ter medo de agir, não temer ser reconhecida por não ter medo de falar. Quando sua professora te perguntar algo, responda! Quando sua professora mandar desligar o celular, questione! Quando a diretora impedir seus fiosinhos branco ou popularmente conhecidos, fone de ouvido, lute por eles! Argumente, aja, pense e diga. Faça com que te ouçam falando coisas que realmente importam e não jogando tudo no ventilador. Porque se há uma diferencia, esta é entre Fofoca e Ter Voz.

                                                                                                              F'Gomes.**

Se lembra de como nos conhecemos? Foi na praia, lembra? A bolada que recebi e que você foi buscar? A principio te odiei. Odiei seu jeito arrogante, cheio de atitude e sorriso perfeito. Eu? Uma mera garota que fora passar as férias na casa de praia com umas amigas, aquela que foi obrigada a ir a praia, mas que estava  mais interessada em usar sua câmera semi-profissional com 28 de zoom e 16mp. E na mesma noite de lua cheia, tão grande e brilhante, nos reencontramos em um bar. Você passou na frente de todos, com calça e jaquetas de couro, cheio de marra com aqueles óculos da moda. "Fútil!" Foi o que pensei quando passou por mim. Eu e minhas amigas tínhamos sido barradas pela segunda vez quando dei a ideia de entrarmos pela porta de incêndio. Deu certo. Tão certo que bati de cara com você. Seus olhos eram profundos, e brilhavam como duas estrelas, com o poder de um meteoro chameando todo meu corpo. Você sorriu e abaixou a cabeça enquanto seu peito me impediu de cair no chão. Não sei se fiquei tempo de mais perdida em seu brilho, seu olhar, só sei que estávamos apenas nós dois no fundo daquele salão. "oi", você disse primeiro. Eu apenas sorrir, estava engasgada com uma borboleta em todo o meu canal estomacal. "Você não é daqui, é?" Lá veio você de novo puxando conversa, sem saber que eu estava muda por culpa sua. Neguei com a cabeça. "Hoje cedo é... Me desculpa." Você abriu seu sorriso de dentes totalmente clareados. "Se lembra de mim?", perguntei, finalmente desengasgando algo. "Me conhece?", o olhei a espera de respostas. "Ainda não te conheço. Mas dês da praia foi tudo o que eu pensei." Claro que eu não sou totalmente boba. O encarei, me sentindo boba por querer acreditar em suas palavras gostosas. "É claro."Disse cética, e sai andando em direção ao centro da festa. Tirei algumas fotos, afinal, eu era boa nisso. Ma foi quando deu onze horas, números iguais, que o DJ começou a tocar musicas mais lentas. Aparentemente todos tinham encontrado um par,  e sozinha, apenas eu no meio do salão, fazendo o que eu sabia. Fotografando. Foi quando minha musica favorita começou a tocar. The only exception. Me sentei na escada que dava acesso ao palco do DJ. Embora que ela já estivesse com um degrau ocupado por alguém que não me importei em ver, me sentei mesmo assim. Comecei a ver todas as fotos que eu tinha tirado até o momento da praia, onde tinha você jogando vôlei. "Acho que o nosso destino é ficar junto hoje" Te ouvir dizer. "O meu é ficar sozinha, tenho quase certeza." "Dança comigo?" Eu o olhei. Algo dizia ser loucura, e algo dizia para mim aproveitar. Foi o que fiz. Dançamos por muito tempo, até todas as musicas românticas acabares. Eu estava pronta para larga-lo e ir procurar as meninas, quando seus lábios quentes tocaram os meus. A melhor sensação, o melhor formigamento...
          E hoje estou aqui, no aeroporto com você do lado, de volta para casa. Seu toque ainda formigava minha pele, mesmo após todos os outros toques, o ultimo parecia o primeiro. Nos beijamos em uma despedida duida, após promessas de fidelidade e de visitas mensais.
          A aero-moça pediu que desligasse o celular, quando vi na tela uma mensagem sua, dizendo "Se juntos formamos um, não quero mais viver sendo metade. Até amanhã, em Nova York".


                                                                                                           F'Gomes.

  
        Meu sonho era simples. Ter você comigo. Para mim, isto já bastava para não precisar de nada mais durante todo o resto da minha vida. É, bem, eu estava bem errada. Talvez nem tudo o que eu precisava ou sonhava estava baseado em você. É, acho que não estava. Quando você foi embora pela primeira vez, me senti falida. Senti  que meu mundo estava desmoronando. Ai você voltou, e posso admitir porque não sou tão infantil, eu amei você ter voltado. Jogos diários no seu vide-game, brincadeiras sem pausa, contar estrelas... Bem, era isto o que mais amava fazer com você. E tudo se resumia em nada. Eu amava fazer NADA com você. Amam simplesmente o fato de estar com você. O problema de quem confia de mais, ama  de mais, gosta de mais, sonha de mais, é que esse mais se transforma em menos em um piscar de olhos. Nada é bom quando exagerado, pego o exemplo do doce. Quando engerido em grande quantidade, um dia agente enjoa. O problema foi este conosco, o problema foi que eu fui o doce e era pra você que eu me dava. Na nossa ultima despedida, você não se importou nem se quer em me dizer adeus olhando nos olhos. Acho que aquele SMS foi o mais significante para mim. Você se foi, se mudou. Para sempre, não foi? Não tinha texto, nem nada que pudesse ser guardado, foi uma mensagem fria, com um "Adeus, você me deixou enjoado". Não exatamente com essas palavras, mais com o esse sentindo. Eu esperei você, esperei você naquele café. Eu te liguei muitas vezes, entupi sua caixa postal; eu só acho que merecia mais consideração, ou se não, talvez uma explicação. Mas acho que você não pensava o mesmo. Acho até que você trocou seu numero. Acho não, tenho certeza. Naquele tempo, eu queria que você me dissesse onde estava meu erro, mas hoje, com você bem longe, sei que dei de mais e recebi quase nada. Fui doce em grande quantidade, e sei que exagerei. Eu sei! Assumo, ok? Hoje já não dependo de você para nada, mas estaria mentindo se dissesse que te apaguei da memória. Porque como uma tatuagem, você se penetrou entre as camadas da minha pele cerebral, e não há laser que te apague. Ha, e não me importo se não fui tão importante pra você, porque acho mesmo que não fui, porque na maioria das vezes, quem muito dá, pouco recebe sem nem perceber que sua porcentagem de volta está baixa. Mas não, eu não me importo que você não se importe, mas só queria avisar que meu numero continua o mesmo, e se você quiser me ligar e terminar direito o nosso relacionamento de mel, eu não vou te ignorar. Não que eu ainda esteja presa a você, é só que estou te dando uma chance extra de ser homem.

                                                                                      F'Gomes.

          Parece que a escritora da saga Crepúsculo não vai deixar a peteca cair não! A Hospedeira é mais um livro que virou filme e que promete vir com tudo! É ficção romântica, um filme que se passa em um futuro meio distante, onde todos os problemas que hoje atingem o mundo acaba, mas que agora existe um problema maior ainda. Alma. São alienígenas em forma de vírus que vão entrando nas pessoas e as dominando. Depois de já ter dominado quase todos os humanos, as Alma saem em busca de pessoas que ainda não foram dominadas pelo vírus. Melanie é uma dessas humanas que conseguiu escapar, mas em um momento, ela tem que se sacrificar para salvar o irmão menor, e acaba sendo pega e dominada por Peregrina, que tem a missão de vasculhar a memória da garota para encontrar outros humanos. Há, e Mel também tinha um namorado. Acontece que a consciência de Melanie ainda está dentro dela, mesmo depois de Peregrina a dominar. Por isso, Peregrina tem que lutar com a consciência de Melanie, mas acaba se fascinando com os sentimentos de Melanie e começa a proteger a garota de Buscadora, a "lider" que quer dominar todo o mundo. 
          A história é boa, a autora também, então, não vejo a hora de chegar logo Sábado! 


          Me apaixonei por você dês do primeiro dia em que te vi. Mas me neguei a ceder. Para mim, o amor só tem uma causa; destruir. Em todos os outros amores que tive, todas as paixões e encantamento, só fui em um caminho, o mesmo caminho. O que me levava em estradas de rosas vermelhas brotando no branco perfeito da neve, mas que acabava em um vale de musicas sertanejas, lagrimas e mais uma ferida em um coração frágil. Todos, sem exceção. Porque acreditar que com você seria diferente? 
          Eu me negava a tudo que você oferecia além da amizade. Me negava a seus olhares invasivos, a seus olhos cheios de ternuras, a seu sorriso que me levava as estrelas. Me negava a seu toque que formigava minha pele. Me negava a tudo que eu queria que me oferecesse, e que você me oferecia sem hesitar, como se lesse minha mente, meu lado não racional, claro. Eu fazia o maior esforço do mundo para me proteger de você, e do que me tinha a oferecer. Dizem por aí que não ha dor pior que a dor de um parto, mas provo que é mentira. Provo que, além da dor física, uma dor avassaladora mas passageira, ha a dor da alma, que demora a passar, ou quase nunca passa. Não há dor pior que a tortura de amar alguém, mas ser impedido de aceitar este sentimento por percas e dores passadas e medos futuros. 
          Meu coração era frágil de mais para mais uma ferida.
          Estávamos a caminho do cinema, apenas eu e você e o carro do seu irmão. Íamos ver "Os Miseráveis", e eu amava seu modo culto. Eu amava tudo em você. Seus olhos me invadiam de uma maneira gostosa, e seu toque me arrepiava por inteira. Foi quando descobrimos que o transito nos impediu de ver os primeiros 30 minutos de filme. Ficamos no carro, esperando a outra seção, ouvindo musicas estilo James Blunt; quando ela começou a tocar musica favorita. Levei o dedo ao botão de volume do som do carro, mas parecia que eu não era a unica que favoritava aquela musica perfeita. 
          Nossa pele se chocou uma com a outra, e além da nossa pele, nossos olhares. Seus olhos castanhos prendiam os meus verdes, como se fossem um imã. E logo, estávamos ali, se beijando em bancos de couro. 
          Eu cedi, cedi e sabia que eu estava me destruindo. Como uma plebeia boba que amava o príncipe das trevas, ali estava eu, sem proteção, sem armadura ou armas, totalmente vulnerável. Estava aproveitando a caminhada de flores e neve, estava aproveitando cada segundo. Eu estava presa em seus lábios doces, e o mais incrivel é que eu tinha  a chave, mas não queria escapar. Não, eu não queria fugir desta prisão. Aquela noite, e por todas as outras, enquanto eu existisse, só queria uma coisa: Você. Só precisava de alguém em especifico para cuidas do meu coração. E esse alguém, tinha que ser você. 

É, minha lista de desejos de 10 desejos, 8 tão mais parados que tartaruga com a barriga pra cima. Mas tudo bem! Agora estou com algumas metas que, sabem né? Tenho que compartilhar com vocês e até pra mim não esquecer, porque, sabe né? Minha mente é meio esburacada!

Então Vamos Lá:

__Clarear os Cabelos.


 Amo mudar, e não me importa se é de colocar mechar loiras ou pintar de pink!  Quero ficar com o tom dessa guria da foto ai em sima! E o resultado? Coloco aqui!

__Cuidar Mais de Eu! 
Sabe, me considerem uma pessoa preguiçosa para abas coisas. Gosto de meu quarto limpo, mas não gosto de limpar. Gosto de pele macia, mas não sou fã de cremes. Gosto de coisas organizadas, mas não me mande organizar! Emfim, quero fazer meus cabelos, usar acessórios, fazer minha pele parecer uma pluma... É, esse ultimo já não sei, mas vamos tentar né?!

                                                        Este é o Fim!
                                                           Até a Próxima!
                                                               xoxo (lkiiises!) 


          Morar em bairro pequeno é o que dá! Já contei que acho que fui traficada da Grande São Paulo para o fim do mundo dela? Pois é, eu acho que fui! Sonho para quem mora fora de São Paulo: A grande cidade da moda, a cidade empresarial da moda. A moda está em Nova York e em São Paulo. Mas a realidade é que, se você sair por aí usando uma meia calça vermelha+uma saia de couro preta+blusa de caveira+ max colar, você automaticamente vira uma extravagância! Max colar? Pra que tanto brilho no pescoço?! Caveiras? É morte! Meia calça vermelha? Quem é a louca que fabrica? Saia de couro rodada? Meu deus! E no meu caso, óculos que não te torna semelhante, te faz virar Restart! Pô, restart não né?! Se uma calça neon + um óculos quadrado te faz virar restart, porque não faz você virar Coco Chanel ou algum ícone da moda? Mas restart? Há! 
          Bem, talvez São Paulo seja mesmo uma "Nova York" mais atrasada que a própria, mas a cabeça dos brasileiros são iguais em qualquer canto! Talvez no centro, ou em lugares mais movimentados você possa um dia ser respeitado pelo seu estilo, pelo seus gosto, sua maneira, mas em bairro pequeno, onde ou as pessoas usam jeans e blusa com três números a menos ou usam looks totalmente preto dizendo que curtem rock, quando aparecer uma apreciadora de moda e tendências, você vai ser julgada, comentada, e comparada com alguém ou alguma banda colorida ai que estraga toda a cara da moda. Vamos esperar que as pessoas mudem com a atitude de algumas pessoas, já que para mudar não é necessário reprovações, e sim atitudes e mudanças, ou podemos nos mudar para o centro de São Paulo. Ou quem sabe ir de vez para Nova York ou Londres, onde as roupas mais malucas nunca são julgadas, afinal, estamos falando de gostos alheios, não semelhantes. Mas é isso. Enquanto nossos sonhos não se realizam e nossa vida não toma o nosso rumo, vamos brigando por nosso lugar, e ouvindo comentários inoportunos até de quem vive conosco.

                                                                                           F'Gomes. 


          Aquela noite foi um sonho. Detalhes perfeitos, o momento perfeito, com aparentemente a pessoa perfeita. Não era um sonho, era real, e eu sorria por isso. A manhã do dia seguinte, assim como em toda a vida, assim como em todos os sonhos eu acordei. Acordei e você não estava lá. Acordei daquele sonho que você plantou em mim naquela noite, acordei e vi que tudo voltou a ser apenas o mundo real. 
          Me levantei, tomei uma chuveirada, mas não conseguia ficar irritada com você. Você me fez ter uma noite inteira de sonho. Eu tinha que trabalhar para conseguir pagar meu aluguel, tinha que trabalhar para pagar nossa cama. Como eu amava dividi-la com você. Fui cantarolando pelas ruas Beyoncé, Crazy In Love, quando eu vi você saindo do MEC de rua, com seu milk shake nas mãos. Nosso primeiro encontro foi neste mesmo MEC. Fui saltitando até você, com aquele sorriso gigante no rosto, quando eu a vi. A vi saindo da dentro da lanchonete, sem nada nas mãos, porque aparentemente, ela era bulímica e anoréxica e não deveria comer nada que a fizesse estrebuchar em uma  privada. Mas certo, este não foi o maior dos problemas, pelo menos não para mim. O problema foi ela ter te beijado. Vocês se beijaram de uma maneira gostosa, se o seu beijo fosse comigo, claro! Essa foi a resposta de ter saído tão cedo da minha cama. Saiu para ficar com ela. 
          Uma lágrima brotou e pude perceber que aquele sonho que você plantou, foi apenas um sonho. Uma ilusão, e como toda a ilusão, acabou, me deixando só, nessa realidade que machuca.

                                                                                                         F'Gomes.


          Hoje sim eu irei direto ao ponto! Anna e o Beijo Francês é um livro da Stephanie Perkins, uma garota/ mulher que escreve para o publico adolescente. Acredite, acreditem mesmo, foi o melhor livro para adolescentes que já li! Tem um texto ótimo e a escritora não usa palavras difíceis, perfeito para quem não cultiva o abito de ler muito ou quer começar a ler algo. Em todo o livro, só encontrei dois defeitos: 1- O titilo eu achei bobo para a qualidade do produto assim como a capa passa esse toque ruim de "Deve ser bobinho". Não acho legal editoras, ou escritoras que publicam livros com o nome da protagonista na capa, até porque, acreditem, o livro não fala sobre o beijo que Anna deu em um francês que nem conhecia e depois o reencontrou ou algo do tipo. Foi isso que pensei quando o comprei por um preço boníssimo! Acho que deveriam sim colocar algo sobre a França, como a Torre Eiffel que aparece na capa, mas acho que se fosse apenas a torre Eiffel com alguns corações na capa ou algo que deixasse claro que o livro seria um romance ótimo, eu não teria lido a porcaria da sinopse 4 vezes antes de comprar. Há, e sim, a sinopse é uma porcaria! 2-Termina Rápido! São menos de trezentas páginas, cuidadosamente amareladinhas lindas e com uma fonte calibri (Tenho quase certeza) irresistível! Espaços muito bom e divisão de capítulos perfeitamente bem feitos. A fofíssima da Stephanie tem cabelo azul minha gethi! 

Vamos a História:
Não tem como não se identificar com a Anna. Ela é uma tipica Americana que foi obrigada a se mudar para um internato na França, mais especificamente, Paris, a cidade mais romântica do mundo! Ela vai cheia de encanações, deixando uma melhor amiga, um ex e um quase namorado. Ok, ela chega no internato e logo conhece Mer, sua amiga. Elas eram vizinhas de quarto, e Mer a ouviu chorar depois de ser "abandonada" lá. Bom, Mer não era nova, por tanto tinha suas amizades, que logo viraram amizades de Anna também. Mas tinha uma "Amizade" em especial... Étienne, que prefere que os chamem de St. Clair. Pois é, ele é garoto lindo, seguro, com sotaque inglês, mas era Americano, super família, rosto perfeito, cabelo desleshado mas que mesmo assim ficava lindo. Ele era apenas qualidades, sorriso lindo, protetor, simpático e convidativo; Há, e não vamos esquecer de sua namorada. Sim, ele era C-O-M-P-R-O-M-E-T-I-D-O! Para o azar de Anna, que começou a gostar de St. Clair assim que o conheceu. Bem, mas se engana quem pensa que Anna era a segunda da fila, porque Mer também era super Foll in Love por Étienne. Anna realmente gosta do garoto, mas não quer ser "A Outra" e nem queria machucar Mer, que foi sua primeira amiga e a pessoa mais legal que tinha encontrado. Eles ficam super próximos durante o ano, e até passam o feriado de Ação de Graças juntos, já que apenas ambos não vão para casa nesta data. Bem, é no Natal que eles se aproximam mais e mais, deixando entender realmente que era amor de ambas as partes, mas um tem medo do que o outro pensa. Sabe nossas encanações? Anna não era nada popular, já St. Clair não passava despercebido a lugar nem um. Anna apenas queria saber o que ele queria com ela. Mas sim, eles se AMAVAM. Estou falando de amor. Amor Parisiense! É uma história que você fica imaginando todas as cenas, e depois te da vontade de faze-lo virar filme. Sim, um lindo filme romântico! Dá vontade de você ir para Paris no próximo voo e visitar todos os lugares lindos que o livro cita. Simplesmente da vontade de ser Anna por um ano!

Autora:
Ela tem cabelo azul!

                                                  Curtiram? Já leram? Comentem meninas!
                                                              xoxo (kiiiises) Até a Próxima!


          Talvez se eu mudasse meu cabelo, você me notaria? Estava pensando em umas mechas ou algo assim. Talvez  uma mecha Pink. E talvez se eu começasse a usar salto? Há, posso também usar maquiagem mais pesada, não sei. Poderia, se prometesse me amar, passar uma noite com você, sei lá, só pra conversar. Ou se não me prometesse nada, nem um sorriso e nem uma lágrima, poderíamos ir até o shopping mais perto ver aquela comédia boba. Ou poderia ainda, acompanhar-te naqueles almoços formais que uma vez ao mês seu pai lhe obriga a fazer, e assim quem sabe arrancar alguns sorrisos seu. Quem sabe poderia ir na companhia um do outro até o museu ver aquelas coisas que tanto te fascina, e que aprendi a me fascinar com elas também. Poderíamos ler nossos livros da lista que a nossa professora pediu que todos lêssemos. Ví que tem Vinicius Moraes e Paulo Drumond de Andrade. Sei lá, é só que você gosta.
          Estou pensando também em declarar-me. Pensando em transformar nossa amizade em algo a mais. Não estou certa, mas naquela festa que você bebeu um pouco além e eu te ajudei a voltar, você disse que não conseguia mais esconder-se atrás de uma amizade. Bem, não sei, estava bêbada também. Acho. Talvez se você dissesse as três palavras com 5 vogais, 2 consoantes e 7 letras, agora ao invés de escrever isto, estaríamos tomando um capuccino naquela sua cafeteria do centro, aquela que você me mostrou seu café favorito. Estaríamos curtindo esse frio gostoso aquecendo-nos com aquele café com baunilha e deseinhos de coração que aquele cara atras do balcão faz. Estaríamos lá, se você fizesse algo. 
          Hoje estive pensando... Acho que vou dizer a você a você o que você não teve coragem de dizer a mim. 

                                                                                                                          F' Gomes.

          Estava eu contando uma história de boa noite a minha irmã, e no meio da história, disse, sendo criativa de mais: "Os unicórnios brincavam de voar alto, o sol estava quente na medida certa, e estrelas sorriam uma para outra". Mas quanta imaginação! Mas o surpreendente foi ouvir de minha irmã menor um choque de realidade. " Isso não existe!". Me levantei da minha cama e ajoelhei ao seu lado. Sussurrei antes que adormecesse: "Na imaginação existe tudo", e voltei ao meu travesseiro. 
          Sim, a imaginação cabe tudo, aceita tudo, realiza os sonhos mundanos mais impossíveis, traz felicidade próspera, traz esperança para o mais sem esperanças dos seres. Na imaginação cabe eu e você, cabe nós dois juntos, cabe minha felicidade, cabe nosso caminho. Cabe você dizendo que me ama, cabe você a deixando. Cabe uma destruição desse triangulo amoroso. Cabe uma visão perfeita de um presente detalhado e sem erros. Cabe nossa musica tocando a todo momento. Cabe o nosso beijo proibido, cabe o seu sorriso e cabelos perfeitos. Cabe aquele nosso filme favorita e cabe o nosso toque , que parece ser sempre o primeiro. Cabe a minha nevasca com o seu sol frio. Se lembra que disse que eu era radiante como o sol aparecendo entre as nuvens? É, cabe você me dizendo isso também. Cabe seu cabelo liso desgrenhado por baixo de sua touca. Se lembra que eu disse que ficava feio quando me perguntou da janela do seu quarto fazendo palhaçadas? Pois é, não ficou feio não! Na imaginação cabe seu reconhecimento por mim, cabe você descobrindo que sou mais que melhor amiga. E como disse, cabe você e eu de novo...
         Relógio desperta com a nossa musica. 06:10 da manhã. Hora de voltar ao mundo real.

                                                                                      F'GOMES.


          São nove horas. Segunda feira e uma entrevista para mim deixar meu curriculum em mais uma empresa a espera de mais uma chance. Acordei atrasada de novo! Quem mandou a idiota aqui ficar até duas da manhã vendo uma maratona de filmes melodramáticos pensando em como seria bom protagonizar uma dessas atrizes com caras apaixonados em minha vida. Eu pensei até como seria se nós fossemos como aquelas pessoas do filme. É eu sei, eu sou mesmo uma boba. Levantei as 07 horas, isto é, atrasadissima! Vestido estilo "Menininha", meia calça preta e um sapato qualquer. Olha só, agora que estou parada nesse elevador fornal, posso ver que estou com alpargatas pretas camurça. Calma ai... Isso é preto mesmo? Ai que droga, era pra ter colocado minha bota sem saltos de fivelas. Combinaria perfeitamente com o vestido rosa bebê. Minha maquiagem tá derretendo que estou percebendo meu buço suando. Posso até contar quantas gotas de suor está em meu rosto derretido. Meu Deus, quem é esse gato a minha esquerda? Ele não está suando em baixo desse terno? Ai meu Deus, que gato! Me faz até pensar em você no futuro. Olhos claros, cabelos bem penteados... Não não, esquece, você não ficaria você nesse terno! E essa mulher? Jesus, ela é a Diabo veste Prada com bolsa Channel! Há mas porque estou reparando nisto? Há seis pessoas no elevador, e eu de longe sou a mais informal. Mas que ideia usar vestido em uma entrevista de emprego. Nove e seis... Finalmente o barulhinho do elevador! Meu andar. Me imagino em nessa empresa... Roupas sociais, pessoas sérias e com cabelos lisos de chapinha. Tudo preto e cinza... Calma ae, porque as paredes são todas brancas? Porque não um pouquinho mais de cor? Não há barulho nem um além de sapatos batendo contra esse piso brilhando no chão. Expressões faciais? Apenas eu com um sorriso bobo, insistindo em cumprimentar as pessoas, que por sinal, são bem mal educadas. Porque são tão fechadas? Estão reparando no meu vestido. "NÃO É DE MARCA NÃO!" Pensei em dizer, mas deixa pra lá. Nove e dez, onde será que você está agora? Provavelmente, dormindo. Como eu queria dormir com você mais uma vez. Sorrir inesperadamente para o nada. Há uma porta a minha frente, uma imensa porta cinza. Descansei minhas pernas em uma cadeira perto da mesma porta com três pessoas ao meu lado e fiquei pensando em porque eu queria este emprego. A conta do cartão estava chegando, a prestação dos meus móveis novos do quarto já estavam atrasadas. É errado pensar que não é importante ter nome limpo nas lojas já que não tenho mais nada pra comprar? Bom, acho que é né? Droga, como queria ir até aquele salão de Moema e aceitar aquele emprego de maquiadora. Poderia até morar por lá. Porque não aceitei mesmo? Há, lembrei, todos disseram que meu futuro ia ser melhor em uma empresa nada colorida. Porque mesmo? Há porque maquiagem é um hobbie, e porque transformar hobbies em profissão? 
__SR Sophie Rubbiel?
Ela já está me chamando. Comecei a caminhar, mas aí a questão... Eu quero mesmo esse emprego? Há pessoas que o querem mais que eu, com certeza. Parei no meio do caminho. Não, eu não quero isso.
__Acho que deveria ser mais simpática.__ Disse para a moça que me chamava com uma agenda nas mãos.

                                                                                                                    F' Gomes. 


          Sabe que eu adoro teu sorriso mesmo quando ele não é para mim? E que gosto de como seus olhos se fecham quando você sorrir? Gosto de jeito de não ter vergonha de nada, e de fazer tudo o que vier na cabeça. Gosto do brilhos dos teus olhos quando está feliz. Gosto da sua inteligência e de como leva a vida com o talento de nunca desistir de nada. Gosto de jeito como opões suas opiniões sem medo de cara feia. Gosto de como nunca fica bravo quando os outros faz besteira. Gosto do formato que seu cabelo tem, e de como o deixa bagunçado. Gosto de como respeita a todos e admiro sua Big inteligência. Gosto de como não se idolatra por ter qualidades tão perfeitas. Gosto das manchinhas marrons que encontrei no meio do verde dos teus olhos. Sim, eu fico o reparando quando você resolve vir falar comigo e aceitar que sou não sou apenas uma cadeira vazia na sala. Gosto de suas roupas na moda, e dos variados fones de ouvido que tem. Gosto de como ler seus livros e dos comentários que faz comigo. Gosto do respeito com nós meninas, e de como não fala só para não deixar o silêncio dominar. 
          Não me importo com o que dizem de você, não me importo se minhas amigas não gostam de você. Não me importo se somos diferentes em vários aspectos... Opa, disse vários? Quero dizer, em quase todos os aspectos. Não ligo! Peças de quebra cabeça iguais não formam um quebra cabeça completo. Quebra cabeça sim, porque é isso que o amor é. Um jogo de montar, e só o consegue quando se encontra todas as peças e forma o desenho completo. O problema disso tudo, é quando apenas suas peças foram encontradas. 
                                                                                                                F' Gomes. 


          Nosso corpo muda, nossa mente cresce. Os gostos mudam e até mesmo a nossa personalidade tem umas configurações mudadas. No seu mp3, nem sinal de musicas que você não conseguia parar de ouvir quando menor. Seu guara-roupa além de números maiores, ganhou também cores e um estilo deferente. Para muitos, os desenhos são como horário-politico, já para outros, tomam a classificação especial de "imperdível". Suas maquiagens infantis estão fazendo a alegria de sua pequena irmã, que logo passará pelo mesmo que você; tomou seu lugar, marcas famosas, palhetas gigantes, produtos rotulados e muitos pincéis! Sua bolsa com carinha de peluche foi recheada com... peliche! E virou um urso de zipper; ou quando preciso, esconderijo de bombom. Quem disse que perdemos totalmente nosso lado infantil está quadradamente enganado. Lá no fundo sempre estará aquele brilho puro que apenas as criaturas mais puras tem. Nós, crescidos, não somos totalmente maus, e nem totalmente bons. Posso dizer que somos totalmente intotaveis! A vida muda, parte para melhor e a maior parte para pior. Nossas mães não nos cobre mais e nossos pais não  brincam mais conosco. Mas em parte, seus trabalhos estão feitos, e se você chegou aqui, foi um trabalho bem feito. Claro que não é só porque crescemos que eles vão perceber e aceitar esse fato. 
          Nós aprendemos que crescemos de verdade quando o que mais queremos é voltar a ser pequena. Quando você e seu pai comenta sobre o jornal, expondo seus pontos de vista, ou da dicas com o orçamento. Quando o toque da sua mãe faz falta antes de dormir, e quando tudo o que você mais quer é comer pipoca com um copo de chocolate quente feito por ela, dendo um filme de comédia. Agente aprende que cresceu quando sentimos falta do que agente tinha quando ainda não eramos crescidos.  

                                                                                                              <>F'Gomes. <>


          Já reparei que o que era prioridade, hoje posso dizer com voz orgulhosa que não passava de vaidade. E o que um dia me fez chorar, hoje nem se quer sei onde está mais. E que agora as prioridades mudaram e as lágrimas brotam por outros motivos. E que aquele passado que um dia me fez sofrer, hoje já não é mais minha base para nada. Todas aquelas lágrimas que caíram sem controle, todos aqueles dias de pipoca e milhares de filmes bem mel, me fizeram bem depois de um certo tempo. Minha maturidade cresceu e encontrei um negocinho chamado dignidade. Hoje, coisas que antes era considerado prioridade alta não faz nem falta hoje. A essência de agora, a prioridade nessa hora não é mais você. Vamos colocar os "pingos" nos "I's" e dizer quem é importante aqui. 
          Hoje que estou, posso dizer, mais madura, vejo o porque sofri por você. Não sei como pude te colocar em um cargo que não estava a sua altura. Como depositar todos os sonhos em alguém tão pequeno? Como pensar que você iria querer realizar comigo um sonho que era apenas meu? Não te culpo, pode colocar a culpa em mim, afinal, não é sua culpa eu ser assim. Mas só quero deixar bem claro que, não é só porque você me apareceu aqui que eu vou amolecer não. E também não vá pensar que estou lhe escrevendo essa carta para que você pense que eu ainda estou ligada à você, porque não estou. Você não conseguiu colocar uma gota de felicidade em mim, não conseguiu me deixar ser quem eu realmente sou, ou era, porque acredite, aquela menina apaixonada não existe mais. Mas de tudo, me orgulho muito de ter mudado meus sentimentos por você. Consegui secar minha fonte de lágrimas intermináveis que levava seu nome. Hoje sei que nada que venha de você fará lágrimas brotarem dos meus olhos. A fonte secou e secou para sempre. E sabe qual requisito usei? Porque chorar por alguém que não foi capaz um dia se quer de me fazer feliz.